domingo, 27 de setembro de 2015

Viggo, seu lindo...

Ontem vi mais um filme com o Viggo Mortensen. Para não variar, o rapaz mostrava o corpo todo nu (pena que só de costas). Admiro estes atores despudorados, que não ligam minimamente ao que os outros dizem. Aliás, admiro todas as pessoas que não ligam ao que os outros dizem. É tão fácil deixar-se abater pelas criticas ou ficar influenciado pela negatividade das bocas viperinas...


O Viggo diz que: "Não há desculpa para estar aborrecido. Triste, sim. Furioso, sim. Deprimido, sim. Louco, sim. Mas não há desculpa para o aborrecimento, nunca!"
Daí lembrei-me desta cena com ele e a Maria Bello no filme "A History of Violence"... 
Pois... se eu tivesse um Viggo aqui em casa, não ia ficar aborrecida...nunca!



quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Paixão ou obsessão?



Recentemente vi um filme chamado "Asylum" ou em português "A Casa da Loucura". O filme conta a história de uma mulher que se apaixona por um "doente mental", internado num manicómio por ter assassinado brutalmente a sua mulher. Mesmo sabendo do passado dramático do amado, a senhora não hesita e mergulha de cabeça numa paixão que tem tudo para dar errado. Abandona o marido e o filho e vai viver essa paixão para bem longe. Remorsos? Às vezes batem à porta mas ela trata de afastá-los rapidamente assim que é acolhida pelos braços do jeitoso!

Ao ver este filme lembrei-me de todas as mulheres que conheço (e não são poucas), que abandonaram marido e filhos para viverem uma aventura. Às vezes dá certo, outras vezes não. Por isso pergunto-me: será mesmo que é amor? Ou será que o desejo, a paixão, a ânsia de sair da rotina faz com que as pessoas enganem-se e pensem que é amor mas tudo não passa de uma ilusão? Até que ponto o amor pode levar uma pessoa a cometer loucuras, chegando ao ponto de anular-se, perder completamente a auto-estima só para viver em função de outra pessoa? Será mesmo que é amor ou tudo não passa de uma obsessão?

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Novelas da minha vida: Pedra sobre Pedra


A globo internacional, para minha alegria, voltou a transmitir a novela Pedra Sobre Pedra. Segundo a internet, a novela é de 1992, logo eu tinha 11 anos quando ela deu na RTP mas lembro-me como se fosse ontem. 
A novela tem muita "sacanagem". É o Murilo Pontes querendo ir pra cama com a Pilar Batista (e o mesmo sentimento é reciproco), é o Jorge Tadeu indo para a cama com tudo quanto era mulher casada, era o Carlão doidinho pela cigana vida e claro, o casalinho da história: Marina e Leonardo. 

Quando Jorge Tadeu morreu, a historia passou a ter um lado místico muito forte. O rapaz só aparecia quando comiam uma flor e vestiam as calças dele (não tentem ver sentido nisto porque não tem). Para mim, o Jorge Tadeu nunca teve lá muita graça mas a verdade é que quando o rapaz sorri tem o seu encanto. 
O meu "pedaço de mau caminho" preferido da novela era o cigano Yago (Humberto Martins). Sim, tenho uma quedinha pelos bad boys. Não é culpa minha. O rapaz tem pegada!


Quem não se lembra de frases como:
"Boquinha escancarada"
"Fique tronquilo/a"
"Mistériooo"
"É vertigeeee"

E tantas outras...
Aconselho vivamente esta novela. Todos os dias às 22:00 na globo internacional