quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Paixão ou obsessão?



Recentemente vi um filme chamado "Asylum" ou em português "A Casa da Loucura". O filme conta a história de uma mulher que se apaixona por um "doente mental", internado num manicómio por ter assassinado brutalmente a sua mulher. Mesmo sabendo do passado dramático do amado, a senhora não hesita e mergulha de cabeça numa paixão que tem tudo para dar errado. Abandona o marido e o filho e vai viver essa paixão para bem longe. Remorsos? Às vezes batem à porta mas ela trata de afastá-los rapidamente assim que é acolhida pelos braços do jeitoso!

Ao ver este filme lembrei-me de todas as mulheres que conheço (e não são poucas), que abandonaram marido e filhos para viverem uma aventura. Às vezes dá certo, outras vezes não. Por isso pergunto-me: será mesmo que é amor? Ou será que o desejo, a paixão, a ânsia de sair da rotina faz com que as pessoas enganem-se e pensem que é amor mas tudo não passa de uma ilusão? Até que ponto o amor pode levar uma pessoa a cometer loucuras, chegando ao ponto de anular-se, perder completamente a auto-estima só para viver em função de outra pessoa? Será mesmo que é amor ou tudo não passa de uma obsessão?

7 comentários:

  1. Carta para a redação, Ana! De qualquer modo, o comportamento humano merece repetidas reflexões. E ficaremos sempre em dúvida sobre as razões que levaram o indivíduo a inclinar-se por tal decisão...
    Um abraço, Ana!

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    1. ui abraço? gostei. Sempre alcança mais área do corpo do que um beijo! ahaha

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  2. Ah! seu senso de humor, Ana, é qualquer coisa de inacreditável como a tal loucura descrita na sua postagem.
    Agora posso juntar os dois, vai ficar mais quente (risos)! Abraços e beijos, alternados, mas simultâneos (risos)!

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  3. Olá, Ana!

    Ainda bem k a tua ausência, aqui, não passou de um "ataque de preguiça".
    O comportamento humano é muito complicado, em todos os aspetos, e no amor, nos afetos, ainda mais, e por vezes, tomam-se atitudes k jamais pensámos ter.
    Esta semana, segundo creio, ainda nenhuma mulher foi assassinada, em Portugal, por questões passionais. Pois, é "estranho". Aí, encontras a obsessão, sem paixão (faceta masculina).
    No filme k viste, encontras a paixão com obsessão, deixando essa mulher filhos, marido, etc. pke é assim k, normalmente, o sexo feminino age.
    Outra coisa: amor e paixão são coisas diferentes. Paixão é o estado máximo e sublime do afeto por alguém, sem exigir, sem pedir, sem compromisso, sem papel, mas tb não é preciso pke a paixão, não paixoneta, é real, autêntica, única.
    Amor é convivência, é um ritual e uma acomodação.

    Beijos.

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  4. Parece que o homem quando se apaixona, e é casado, consegue conciliar a vida dupla e vive com duas casa, duas famílias e às vezes até 3. A mulher é diferente. Larga tudo e vai atrás do novo amor. O que a mim me faz muita confusão, é a paixão ou o amor, se sobreporem ao amor de mãe.
    Um abraço

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  5. isso é mesmo complicado! de facto não compreendo as mulheres que fazem isso, mas alguma deve (ou não) passar-lhes pela cabeça1

    Bjxxx

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  6. ai o amor assolapado , como o adoro , acho que enquanto não o senti nunca vive a 100%, existe sim senhora, e as vezes vários durante a nossa existência, e é uma emoção que pode causar grandes mudanças na nossa vida mas acima de tudo faz-nos sentir vivos, ainda bem que me rendi...valeu cada minuto e ainda vale...

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