quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Critica literária: Sputnick, meu amor


Sinopse:
«O narrador, um jovem professor primário, está apaixonado por Sumire, uma rebelde que conheceu na universidade. Um dia, num casamento, Sumire conhece Miu, uma mulher fascinante e misteriosa, de meia-idade, por quem se apaixona loucamente, acabando por se transformar na sua secretária. Partem para a Europa, numa busca que as empurra para uma estranha e mútua descoberta, e também para um desenlace assombrado. Ensaio sobre o desejo humano e a especulação sobre o destino, o livro de Haruki Murakami é um exuberante exemplo da arte de um dos mais importantes escritores do Japão contemporâneo.»

Opinião:
É o primeiro livro que leio deste autor e por isso mesmo, não sabia bem o que esperar.
O narrador do livro está apaixonado por uma jovem que deseja ser escritora. Esta por sua vez, nunca conheceu o que era o amor até apaixonar-se por uma mulher casada. O triângulo (se é que assim pode ser chamado) entre as 3 personagens não é feito de guerras, ódio ou inveja. O professor está apaixonado por Sumire mas entende e aceita que ela não o ama. Sumire é muito amiga de K. (o professor), telefona-lhe sempre que precisa para desabafar ou falar das suas duvidas existenciais mas não sente nenhum desejo sexual por ele. Por fim Miu, ama Sumire mas não sente desejo sexual por ela (nem por ninguém).

O livro fala-nos de solidão. As três personagens principais são seres solitários, completamente inadaptados ao mundo que os rodeia. É essa inadaptabilidade que os une. Nenhum tenta mudar o outro nem acha estranho o comportamento mais excêntrico do outro. Por esse motivo, não é de estranhar que as ultimas 100 páginas do livro mostrem o destino insólito de Sumire e a reacção dos outros dois personagens em relação ao sucedido.

Eu li as 265 paginas em 2 dias. A leitura é fácil e sem dificuldade. Não gostei particularmente do final mas se tivermos em conta toda a existência da personagem principal, até faz sentido.


Pontuação: 6.5/10

domingo, 13 de dezembro de 2015

O melhor do mundo!

Os World Travel Awards que são os oscares do turismo, escolheram a Ilha da Madeira como melhor destino insular do mundo! Ó pra mim toda contente! 
Claro que isto é um orgulho para nós habitantes, mas acho que todos os portugueses deviam partilhar deste orgulho porque sítios como Bali, Barbados, Creta, Ilhas Cook, Jamaica, Maldivas, Maurícias, Santa Lúcia, Sardenha, Seychelles, Sicília e Zanzibar também estavam na lista mas a escolhida foi a ilha portuguesa!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Deus existe!


"Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem?. Dependendo do pólo de atracção, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”. - Michael Heller.


A "Teologia da Ciência" de Michael Heller, visa mostrar, com base cientifica, que Deus existe e é o responsável por tudo. Se os cientistas acham que o big bang foi o começo, Heller dá um passo atrás e pensa: mas afinal quem criou o big bang? como foi formado? É aí que Deus entra porque ninguém consegue explicar a origem do universo. E tudo o que não pode ser explicado cientificamente, só pode ter um motivo: Deus.

Ok, esta batalha interminável entre crentes e ateus não vai acabar nunca. Os crentes tentam mostrar das mais variadas formas que Deus existe. Os ateus acham que essas explicações são uma parvoíce. Um lado e outro são radicais e não cedem um milímetro. O que importa é respeitar as crenças (ou a falta delas) de cada um. Sem humilhar, denegrir ou rebaixar o outro lado. Afinal, quem faz o bem mesmo que não acredite Nele, já tem um pouco Dele dentro de si.