segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

E o oscar vai para...

Estava aqui ontem a pensar: e se trocassem os envelopes e o prémio fosse parar à pessoa errada? Bem, vou ter de ter cuidado com os meus pensamentos porque isso foi mesmo o que aconteceu ontem. O envelope de melhor filme tinha escrito La La Land que até era o vencedor provável mas... O pânico gerou-se porque o verdadeiro vencedor foi Moonlight. E este foi o único momento alto da cerimonia. Vestidos? Cada um pior que o outro. Apostaram muito nos pretos e dourados e só se salvou o da Taraji P. Henson (na foto) que não sendo nada de especial, conseguiu ser o único de jeito naquilo que foi o verdadeiro circo dos horrores da alta-costura.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Tag: Conhecendo-me melhor


Vi esta tag num blog e resolvi responder.



1. Consideras-te uma pessoa do dia ou da noite?
Do dia porque a noite é feita para dormir.

2. Coleccionas alguma coisa?
Não. Bem que eu gostava de coleccionar notas de 500€ mas até agora nem vê-las...


3. Qual era o teu programa preferido em criança?
Novelas brasileiras.


4. Sobre o que pensas antes de dormir?
Ui! é mais fácil perguntar sobre o que não penso porque antes de dormir, vem-me tudo à cabeça.


5. Qual é a tua cor favorita?
Vermelho e rosa. Não consigo escolher entre as duas.


6. És viciada em algum vídeo ou jogo de computador?
Não... mas já fui no farmville. Felizmente passou-me graças aos chatos dos criadores do programa que inventaram missões em cima de missões e eu já não dava mais conta disso.


7. Tens algum hábito mau?
Tendo em conta que a preguiça é o meu pecado nº1, sou muito preguiçosa para ter maus hábitos 👼


8. Tens irmão ou irmã?
Um irmão


9. Tens alguma tatuagem ou piercing?
Não. Sou muito antiquada. Pode não parecer mas sou. Se bem que qualquer dia...


10. Qual é a tua flor favorita?
Rosa vermelha


11. Quando pequena, o que querias ser quando crescesses?
Actriz.


12. O que guardas debaixo da cama?
Pó e não é daquele que dá muito dinheiro. É só sujidade mesmo.


13. Consideras-te organizada ou desarrumada?
Organizada c'est moi. A desarrumação enerva-me.


14. Se pudesses viver em qualquer lugar do mundo onde seria?
humm...quando eu queria ser actriz, sonhava morar em hollywood mas agora pode ser aqui mesmo na Madeira, de preferência numa quinta cheia de árvores, sem vizinhos por perto num raio de 1km (exactamente o oposto do que acontece agora).


15. Qual é o teu filme favorito?
O Corvo com o Brandon Lee


16. Qual o actor ou actriz que dizem que se parece contigo?
Bem, uma vez coloquei uma foto minha na net num daqueles sites que mostram com que famosos somos parecidas e deu Scarlett Johansson. Não pude deixar de concordar que temos airbags muito parecidos de resto... Ah e também deu que sou parecida com uma chinesa por isso estão a ver... é entre americanas e chinesas...


17. Diz uma coisa que as pessoas não sabem sobre ti.

Uma só? Pronto, uma soft: não sei nadar.


18. Qual a última mensagem do teu telemóvel?

Qualquer coisa da Laredoute.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

O trauma dos musicais

Quando eu era criança gostava de brincar, como qualquer outra criança. A minha brincadeira preferida era correr. Quando por algum motivo ficava sem os meus amiguinhos de brincadeira, não me chateava nada ficar em casa a ver tv. Gostava de filmes e novelas brasileiras. Normalmente gosto mais dos filmes de acção, drama e terror mas como não gosto de limitar os meus estilos, às vezes faço o sacrifício de ver coisas como comédias, animação ou romance. Porém, há um género que ponho quase 100% de parte: os musicais. Descobri que não sou a única, felizmente. É que na vida real, ninguém anda feito doido a cantarolar as suas alegrias ou tristezas ao mesmo tempo que rodopia no ar, balanceia os pés de forma ritmada ou dá palminhas conforme a musica. Esse é o meu problema com musicais. São ridículos e completamente desnecessários. 
Quase todos os musicais que vi, foram ao acaso (à excepção do fantasma da opera e do mamma mia). 

1996 foi um ano traumático para mim. Achava que o filme Romeu e Julieta com o Di Caprio ia ser um espectáculo porque era um clássico mas não sabia que era um musical. Agora imaginem o meu sofrimento quando me dou conta que aquilo era cantado. Será que vejo? será que não vejo? Ainda vou a tempo de fugir! pensava eu... Mesmo assim fiquei até ao fim porque não sou de desistir a meio. Custou mas era pelo Leonardo di Caprio (ai os sacrifícios que eu faço pelos homens!). 
No mesmo ano, Madonna deu um ar de sua graça no cinema. Eu na maior inocência, achei que podia ser um bom filme porque contava a historia de Evita Péron. Quando oiço o Antonio Banderas cantar já pensei em fugir...  depois vem a Madonna, o Banderas e assim sucessivamente. Aguentei bravamente até ao fim.

Em 2006 surgiu o filme 300. Relutei em ver porque achei que um filme a lembrar as lojas baratuchas não podia ser grande coisas mas enganei-me. 300 homens musculosos num só filme? I'm in heaven!!! Não, o filme não é um musical mas tem o Gerard Butler que era a minha obsessão da altura e devorei todos os filmes dele, incluindo o fantasma da opera. E sim, eu ADOREI o fantasma da opera. É o único musical que eu vi e revi porque além de ter musicas fantásticas, é dark, intenso e tem o "meu" Butler.

Em 2008 apareceu o Mamma Mia e eu só vi porque tinha as musicas dos Abba que escuto desde criança. Ainda por cima tinha o meu "cota" preferido que é o Pierce Brosnan. Ele canta tão mal mas tãooo mal que chega a ser engraçado. Mesmo assim, ele bem podia desafinar ao meu ouvido que eu não me importava nada. Ah, se gostei do filme? Claro que não. Sorry Meryl... mas tenho as musicas no pc.

Isto tudo para dizer que o filme queridinho para os oscares, o "La La Land" vai passar-me completamente ao lado porque o Ryan Gosling não me aquece nem arrefece e para ver um musical, preciso de um gajo bom, oops! bom motivo.  👼

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

O regresso das sombras

2017 é o ano de regresso de "cinquenta sombras" ao cinema. Este ano, tal como aconteceu com o primeiro filme, a estreia foi no dia dos namorados. Como li o livro, claro que também tinha de ver o filme para poder comparar.
Se o livro não vai parar à lista dos "a não perder", o filme segue o mesmo rumo mas não vou falar dele aqui.
Quero falar sobre o quanto as pessoas levam a sério um livro ou um filme e como aparentemente, tanto um como outro, podem revelar um pouco da personalidade do espectador/leitor.
As feministas de plantão acham que cinquenta sombras são um insulto à independência das mulheres, à sua luta pela igualdade de direitos e à sua emancipação. Pelos vistos, gostar de umas palmadinhas de vez em quando é vergonhoso. Chicotes, algemas e sabe-se lá mais o quê, são objectos que deviam ser banidos da face da Terra. Meninas, relaxem! É só uma obra de ficção!


Onde é que está escrito que uma leitura define uma personalidade? Porque é que tudo tem de ser tão sério e intelectual? Será que as pessoas não podem aprender a relaxar e não levar tudo tão a peito?

Eu gosto de filmes de terror (sobrenatural) mas nem por isso tenho vontade de ver um fantasma. Gostei de ler o cinquenta sombras mas nem por isso quero ser algemada ou chicoteada. Não levem tudo tão a sério!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Review de Perfume: Red da Yodeyma

Como já leram num texto anterior, iniciei uma busca pelo perfume com o qual me identifico. Como o tempo não está para gastos exorbitantes, comecei pelos genéricos da Yodeyma
Após uma longa e intensa pesquisa por um perfume sexy, envolvente e quente (sem ser vulgar), a sugestão que me saiu na rifa foi o Hypnotic Poison da Dior. O seu equivalente genérico chama-se Red na Yodeyma.
Red tem notas de baunilha amêndoas, coco e alperce. O seu aroma é doce, frutado e com talco. 
Minhas amigas e meus amigos... ou o meu nariz avariou ou estou com um problema grave em identificar tais maravilhas. Red só me cheira a... uma biblioteca antiga cheia de livros velhos. Juro que é a única coisa que me vem à cabeça quando sinto este perfume. Imaginem uma bibliotecária daquelas bem idosas que está a trabalhar no mesmo sitio há anos e por mais perfumada que ela esteja, o cheiro da madeira e dos livros confunde-se com o cheiro dela. Não é sexy, não é sensual e o pior é que não me sinto mais inteligente por cheirar a livros. 😄 Apesar do perfume não estar na categoria dos amadeirados, só me cheira a madeira. Descobri que é feito com uma árvore chamada jacarandá da banhia. Meus amigos de fé, meus irmãos camaradas... só sinto isso.
Ah a longevidade é prolongada e aguenta dois dias na roupa sem exagero. Aliás, pus a roupa que tinha este perfume a lavar na máquina e não é que ainda consigo senti-lo?

Escusado será dizer que esta foi mais uma experiência olfactiva desastrosa e definitivamente este não é o meu perfume. Não é que ele seja mau de todo. Não ofende o nariz apesar de durar bastante mas é chatinho e monótono. É daqueles perfumes que pode ser usado por quem lida com o publico porque não vai afastar ninguém mas também não vai arrancar elogios. 
Dior e eu certamente não combinamos. 

Pontos positivos: humm... ser de longa duração?
Pontos negativos: monótono, aborrecido, nada sexy e "sofrível".
Pontuação: 3/5